Glaucoma agudo ou de ângulo fechado:
Aumento súbito na pressão ocular
Dor intensa e náusea, vermelhidão ocular e visão embaçada.
Se não houver tratamento, o paciente poderá ficar cego em pouco tempo.

Glaucoma crônico de ângulo aberto:
Não apresenta sintomas no início.
Se não houver tratamento precoce, o paciente poderá perder a visão com o passar dos anos.

Glaucoma de pressão normal:
Se não houver dignóstico precoce, pois a pressão ocular é considerada normal, pode ocorrer, inesperadamente,
danos ao nervo óptico e consequentemente o estreitamento da visão lateral.
Raramente apresenta sintomas bem definidos, como dor nos olhos, ao redor e alteração na visão.

Glaucoma secundário:
Decorrente de outras doenças. Podem estar associados também com cirurgia ocular ou cataratas avançadas, lesões
oculares e alguns tipos de tumores ou uveíte (inflamação ocular).
Atenção também ao uso de corticosteroides – usados para tratar inflamações oculares e outras doenças. Podem
descompensar um glaucoma latente se usado indiscriminadamente.

Glaucoma congênito:
Quando a criança nasce com glaucoma.
Geralmente apresenta globo ocular e córnea grandes e opacificada, olhos embaçados, sensibilidade a luz,
lacrimejamento excessivo.
O pediatra pode suspeitar e encaminhar para o oftalmologista.
Tal alteração é decorrente ao aumento da pressão intraocular que pode acontecer na gestação. O tratamento é
cirúrgico, e sendo feito precocemente, pode apresentar bons resultados, salvando a visão da criança.

FONTE: SITE ABRAG (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS AMIGOS, FAMILIARES E PORTADORES DE GLAUCOMA)